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Veja cinco Dicas De Novos Hábitos Pra Obter O Sucesso


'Empresários Do Clique' Aproveitam Navegação Dos Internautas Para Ganhar Dinheiro


Um banco de fatos orientado a equipamentos é um banco de dados em que cada informação é armazenada na condição de equipamentos, ou seja, usa a estrutura de fatos denominada orientação a instrumentos, a qual permeia as linguagens mais modernas. Começou a ser comercialmente viável em 1980. O gerenciador do banco de detalhes para um orientado a instrumento é referenciado por inmensuráveis como ODBMS ou OODBMS. Existem dois fatores principais que levam à adoção da tecnologia de banco de fatos orientados a equipamentos. Java, Python ou Delphi (Object Pascal), e o código necessita ser traduzido entre a representação do dado e as tuplas da tabela relacional, o que e também ser uma operação tediosa de ser escrita, consome tempo.


Esta perda entre os modelos usados pra retratar a informação na aplicação e no banco de detalhes é assim como chamada de "perda por resistência". Os sistemas de gerenciamento de banco de fatos orientado a materiais cresceram fora das pesquisas durante o começo da metade dos anos 1980, buscando ter sustentação intrínseca da gerência da base de dados pra materiais gráfico-estruturados.


Surgiram produtos comerciais, como o GemStone (Servio Logic, alterado para GemStone Systems), Gbase (Graphael), e Vbase (Ontologic). No começo da metade dos anos 1990, vimos novos produtos comerciais entrarem no mercado. ] (O2 Technology, surgiu de imensas companhias, foi adquirido na Informix, a qual por sua vez foi adquirida pela IBM), POET (neste momento da FastObjects da Versant que obteve a Poet Systems), e Versant Object Database (Versant Corporation).


  • Não leve as coisas tão a sério desse jeito

  • Terminar o texto e iniciar a edição

  • “Como ser visto pela web: o guia definitivo!”

  • Funções limitadas

  • 25 % pros cereais e tubérculos

  • Episódio 216

  • Desempenho de campanhas (se você as usa)



  • Alguns destes produtos se mantêm no mercado, tendo alguns se unido com produtos novos. Os Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados Orientados a Equipamentos adicionaram o conceito de insistência à programação orientada a objetos. No início, os produtos comerciais eram integrados com inúmeras linguagens GemStone (Smalltalk), Gbase (Lisp), e Vbase (COP). Gerenciadores de Banco de Detalhes Orientados a Objetos.


    Num banco de fatos orientado a instrumentos puro, as informações são armazenados como equipamentos onde só podem ser manipulados pelos métodos estabelecidos pela classe de que esses objetos pertencem. Os instrumentos são organizados numa hierarquia de tipos e subtipos que recebem as características de seus supertipos. Os materiais são capazes de conter referências para outros objetos, e as aplicações podem consequentemente acessar os dados requeridos usando um estilo de navegação de programação. A maioria dos banco de dados também apresenta um tipo de linguagem de consulta, permitindo que os materiais sejam localizados por uma programação declarativa mais próxima. Isto é, na área das linguagens de consulta orientada a objetos. A integração da consulta com a interface de navegação faz a grande diferença entre os produtos que são localizados.


    Uma tentativa de padronização foi feita pela ODMG (Object Data Management Group) com a OQL (Object Query Language). O acesso aos fatos podes ser ligeiro já que as junções geralmente não são necessárias (como numa implementação tabular de uma base de detalhes relacional), ou melhor, já que um material poderá ser obtido diretamente sem procura, seguindo os ponteiros.


    Outra área de alteração entre os produtos é o modo que este esquema do banco de detalhes é definido. Uma característica geral, todavia, é que a linguagem de programação e o esquema do banco de fatos fazem uso o mesmo modo de descrição de tipos. Aplicações multimídias são facilitadas já que os métodos de classe associados com as informações são responsáveis pela correta reprodução.


    Vários bancos de dados orientados a equipamentos oferecem suporte a versões. Um objeto poderá ser visto de todas as algumas versões. Ainda, versões de materiais podem ser tratadas como instrumentos pela versão correta. Alguns bancos de fatos orientados a equipamentos ainda proveem um suporte sistemático a triggers e constraints que são as bases dos bancos ativos. Benchmarks entre ODBMS's e relacionais DBMS's têm exposto que ODBMS são capazes de ser certamente superiores para certos tipos de tarefas.


    Críticos das tecnologias baseadas em Bancos de Detalhes Navegacionais, como os ODBMS, sugerem que as técnicas baseadas em ponteiros são otimizadas pra "rotas de procura" ou pontos de visão muito específicos. Mas, pro propósito de consultas gerais a mesma dado, técnicas baseadas em ponteiros tenderão a ser mais lentas e mais difíceis de se formar do que as relacionais. Assim sendo, a abordagem navegacional parece simplificar para usos dos específicos famosos às custas do uso geral, ignorando usos futuros. Entretanto, o emprego capaz podes requerer acordos pra preservar ambos os modelos sincronizados. O ODMG (Object Database Management Group) era um consórcio de vendedores de banco de dados orientados a instrumentos e mapeadores material-relacionais, membros da comunidade acadêmica, e parceiros interessados.


    A meta era desenvolver um conjunto de especificações que permitiriam a portabilidade das aplicações que armazenam equipamentos em sistemas de gerenciamento de banco de fatos. Foram publicadas muitas versões dessa descrição. O último release foi a ODMG 3.0. Em 2001, a maioria dos principais vendedores de banco de dados orientado a equipamentos e mapeadores de utensílio-relacionais reivindicaram a conformidade com a ODMG Java Language Binding. ] Em 2001, o ODMG Java Language Binding foi submetido para o Java Community Process como base pra especificação Java Data Objects.

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